É HORA DE ARRUMAR A CASA


As Organizações passam normalmente por três estágios de evolução que as tornam marcas consagradas e confiáveis após alcançar a maturidade, quais sejam: Sobrevivência, Desenvolvimento e Consolidação.

Não raro trafegam por esses estágios durante seus ciclos de vida sem uma ordem certa, embora o comum seja percorrer os estágios nessa ordem: Sobrevivência – preocupação com a viabilidade; Desenvolvimento – preocupação com a evolução; Consolidação – preocupação com a solidez.

Alguns contratempos ocasionados pela desestabilização de mercado, seja nos aspectos social, político, econômico ou financeiro, ocorrem e provocam a flutuação das Instituições por esses estágios, que as leva a repensarem as estratégias de condução de seus negócios.

O estágio Sobrevivência é bem crítico nos primeiros anos de vida das empresas, pois requer muita assertividade no planejamento estratégico de seus negócios, exigindo recursos adequados e oportunos no que diz respeito a capital, pessoas e tecnologias.

Segundo o IBGE, 48% das empresas encerram suas atividades nos três primeiros anos de existência.

As empresas atualmente passam por essa transição e sem alternativa, na atual conjuntura, iniciam novas fases de reestruturação visando retomar o caminho do crescimento. Em algumas oportunidades é conveniente diminuir para crescer.

O “downsizing” é oportuno face às exigências de seu alinhamento à congruência de três funções que precisam se equilibrar: Comercial, Administrativo-Financeira e Operacional. Por consequência outros três pilares irão se sedimentar na Sustentação Econômica, Social e Cultural.

Entretanto, é prudente estar atento e cauteloso quanto à síndrome da escassez em todas as frentes e ações desencadeadas pelas decisões executivas das empresas em relação às reduções de custo. A síndrome da escassez pode ocasionar a retirada do essencial, prejudicando ao contrário de sanear.

A redução de despesas e de parte do efetivo, sem um claro propósito organizacional e sem formulação de uma boa estratégia de recuperação pode ser apenas um gesto de desespero ou arbitrariedade.

É importante estar ciente que agir somente na redução de pessoas sem agregar melhorias contínuas pode apenas minimizar e retardar um fracasso e seus efeitos, não sanando as causas fundamentais de uma situação desfavorável. Com os profissionais que permaneceram é necessário renovar propósitos, treinar e conscientizar sobre a necessidade de auto superação contínua.

Portanto, diminuir recursos para adequar orçamento à realidade requer trajeto adequado, precedido de um planejamento técnico eficiente, seguido de execução profissional rigorosamente alinhada aos seus preceitos.

Uma alternativa técnica para mudar cenários empresariais é o PROGEO – Programa Empresa Organizada, que tem exatamente esse propósito de assegurar a viabilidade das empresas, fortalecendo-as ainda mais no cumprimento de suas missões e projetando-as como referência no meio empresarial.

O PROGEO, desenvolvido e executado pela empresa PLANEJAR, é uma metodologia que visa melhorar os resultados das empresas, ao mesmo tempo em que as organiza.

Mas é preciso muita determinação, austeridade, persistência, vontade política e participação efetiva de todos os envolvidos para transformar os planos propostos em resultados efetivos e de grande alcance, propiciando a migração das empresas e ou as suas permanências no estágio de Consolidação.

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